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	<title>IMS Construtora &#187; Sem categoria</title>
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	<description>Construtora e Incorporadora</description>
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		<title>Salto de qualidade na Construção Civil</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2015 19:52:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A qualidade na construção de empreendimentos habitacionais está se elevando substancialmente graças a uma norma técnica que em 19 de julho completará dois anos de vigência – a Norma de Desempenho de Edificações (NBR 15.575). Com o envolvimento de cadeia produtiva, academia, entidades e governo, os primeiros empreendimentos construídos de acordo com a norma serão [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.imsconstrutora.com.br/wp-content/uploads/2015/07/imagem-gráfico-construção.jpg" rel="prettyPhoto[6661]"><img class="alignnone  wp-image-6664" src="http://www.imsconstrutora.com.br/wp-content/uploads/2015/07/imagem-gráfico-construção.jpg" alt="imagem gráfico construção" width="501" height="385" /></a>A qualidade na construção de empreendimentos habitacionais está se elevando substancialmente graças a uma norma técnica que em 19 de julho completará dois anos de vigência – a Norma de Desempenho de Edificações (NBR 15.575).</p>
<p>Com o envolvimento de cadeia produtiva, academia, entidades e governo, os primeiros empreendimentos construídos de acordo com a norma serão concluídos neste ano.</p>
<p>Tais empreendimentos foram projetados e edificados atendendo a exigências de desempenho. Ao longo da vida útil dos edifícios, oferecerão segurança, durabilidade e conforto térmico, acústico e lumínico aos futuros usuários, que também deverão responder pela manutenção correta. Melhorias em projetos, materiais e sistemas construtivos vão proporcionar apartamentos com instalações mais eficientes, mais iluminados e menos vulneráveis a variações de temperatura e ruídos externos.</p>
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		<title>Governo Federal libera R$ 22,5 bi da poupança no Banco Central para financiamento imobiliário</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2015 13:06:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Medida, apoiada pelo setor, tem por objetivo ampliar o acesso ao crédito para compra de imóveis. O Governo Federal anunciou no dia 28 de Maio a liberação, em junho, de R$ 22,5 bilhões dos depósitos da poupança que os bancos são obrigados a manter no Banco Central (BC) para operações de financiamento imobiliário. A medida, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2 class="summary">Medida, apoiada pelo setor, tem por objetivo ampliar o acesso ao crédito para compra de imóveis.</h2>
<p><a href="http://www.imsconstrutora.com.br/wp-content/uploads/2015/06/construção-casa.jpg" rel="prettyPhoto[6642]"><img class="alignnone size-full wp-image-6643" src="http://www.imsconstrutora.com.br/wp-content/uploads/2015/06/construção-casa.jpg" alt="construção casa" width="3200" height="2310" /></a><br />
O Governo Federal anunciou no dia 28 de Maio a liberação, em junho, de R$ 22,5 bilhões dos depósitos da poupança que os bancos são obrigados a manter no Banco Central (BC) para operações de financiamento imobiliário. A medida, assim como as anunciadas pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), objetiva ampliar o acesso ao crédito para compra de imóveis.</p>
<p>De acordo com o diretor de política monetária do BC, Aldo Mendes, os recursos liberados serão novamente recolhidos dentro de 90 dias, já que a autoridade monetária elevou a alíquota de compulsório incidente sobre os depósitos a prazo, como o Certificado de Depósito Bancário (CDB), de 20% para 25%. A diferença de prazo entre as medidas decorre do tempo médio que os contratos de financiamento levam para ser elaborados.</p>
<p>Além da liberação dos depósitos compulsórios, o Conselho Monetário Nacional (CMN) endureceu as normas para fiscalizar se os bancos estão aplicando os 65% dos recursos da poupança para o financiamento imobiliário. A utilização de títulos e Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) só será permitida se tiver como lastro financiamentos de imóveis até R$ 750 mil, teto do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).</p>
<p>Para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, as medidas são &#8220;uma excelente sinalização de que o governo está preocupado com a situação da construção civil&#8221;. Segundo ele, as medidas vão ter efeito no nível de emprego do setor, que já fechou mais de 90 mil vagas em 2015.</p>
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		<title>Aos poucos, mercado imobiliário volta a atrair Investidores, inclusive estrangeiros</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2015 01:39:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O mercado imobiliário sente este ano os efeitos de uma combinação de queda da atividade econômica, de restrição ao crédito e de aumento das taxas de juros. Em paralelo, os recentes ciclos de lançamentos provocaram um aumento da oferta de imóveis residenciais e comerciais, que, em meio a um cenário recessivo, não encontram demanda suficiente, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>O mercado imobiliário sente este ano os efeitos de uma combinação de queda da atividade econômica,</b> de restrição ao crédito e de aumento das taxas de juros. Em paralelo, os recentes ciclos de lançamentos provocaram um aumento da oferta de imóveis residenciais e comerciais, que, em meio a um cenário recessivo, não encontram demanda suficiente, dificultando a comercialização dos estoques. Apesar deste cenário desafiador, há sempre quem enxergue oportunidades em momentos de crise. A velha máxima de que se deve entrar na baixa para lucrar na alta, porém, exige cautela. Gestores de fundos especializados no segmento imobiliário afirmam que os investidores, especialmente os estrangeiros, voltaram a olhar para o Brasil com mais atenção, mas visando a um horizonte de médio a longo prazo. Os empresários do setor, por sua vez, devem se preparar neste momento para atrair estes recursos, assim que recomeçarem a ingressar ao País.</p>
<p>&#8216;Comparado há um ou dois anos, hoje o poder está na ponta do comprador, não do vendedor. O mercado está propício para se entrar&#8217;, diz André Barbieri, diretor responsável pela gestão da Riviera Investimentos. Segundo ele, os investidores institucionais, que ficaram fora do mercado nos últimos anos, estão agora estudando e identificando, seletivamente, oportunidades de aquisições. Essa movimentação acontece, sobretudo, por parte do investidor estrangeiro, que também se beneficia da valorização do dólar frente ao real, o que amplia seu poder de barganha no momento de internalizar seu aporte de capital no Brasil. &#8216;Os fundos lá de fora contam com muitos recursos, que não são aplicados visando ao curto prazo e que deixaram de ingressar por aqui, nos últimos anos, por conta da alta valorização dos ativos&#8217;, afirma.</p>
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		<title>Limpeza pós-obra</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2015 22:39:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ims construtora]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Contratar uma empresa especializada em limpeza pós-obra sempre é uma boa opção para aqueles que desejam retomar a rotina o mais rápido possível, sem que isso signifique dias e dias de trabalho duro. Evidentemente há um custo, mas vale lembrar que o serviço pode ser adaptado à realidade de cada obra, já que os especialistas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.imsconstrutora.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Tijolos-7.jpg" rel="prettyPhoto[6632]"><img class="alignnone size-full wp-image-6633" src="http://www.imsconstrutora.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Tijolos-7.jpg" alt="Tijolos-7" width="1440" height="1333" /></a><br />
Contratar uma empresa especializada em limpeza pós-obra sempre é uma boa opção para aqueles que desejam retomar a rotina o mais rápido possível, sem que isso signifique dias e dias de trabalho duro. Evidentemente há um custo, mas vale lembrar que<strong> o serviço pode ser adaptado à realidade de cada obra</strong>, já que os especialistas oferecem tanto a limpeza completa (fina e pesada) quanto serviços avulsos.</p>
<p>A opção mais recorrente é justamente um pacote que inclui a limpeza do piso e das janelas. Nesse caso, a remoção do entulho, a limpeza dos móveis e outros detalhes fica por conta do proprietário, que pode assumir tais atividades de forma “caseira”. Para atender as demandas de forma satisfatória, as empresas de limpeza profissional devem estar preparadas para oferecer todos os serviços necessários, investindo em <strong>equipamentos, produtos e mão de obra especializada</strong>.</p>
<p>Seguem algumas técnicas que podem ser utilizadas para assegurar bons resultados.</p>
<div class="art_show_title">Piso, uma das áreas mais sujas</div>
<p><a href="http://www.imsconstrutora.com.br/wp-content/uploads/2015/06/piso.jpg" rel="prettyPhoto[6632]"><img class="alignnone size-full wp-image-6634" src="http://www.imsconstrutora.com.br/wp-content/uploads/2015/06/piso.jpg" alt="piso" width="440" height="330" /></a></p>
<p>Normalmente, antes de começar uma obra, um dos primeiros passos feitos pelos profissionais é a proteção da mobília em todas os ambientes que serão afetados. Cobrem-se com plástico ou tecido os sofás, os armários, as mesas, as cadeiras, os marcos da porta e, inclusive, alguma parede. Isso para proteger do acúmulo de pó, mas principalmente de produtos como tintas ou vernizes.</p>
<p>Esse tipo de proteção é sempre muito válido, mas normalmente não se aplica quando pensamos em pisos. Plásticos e jornais dispostos no chão ajudam a resguardar a superfície, mas o ir e vir da equipe de trabalho acaba expondo o revestimento. <strong>A sujeira se acumula durante o período da obra, podendo inclusive entrar em frestas e gretas</strong>. Lembre-se que, na hora de proceder com a limpeza, <strong>cada superfície requer um produto específico</strong>, justamente para que o aspecto original do revestimento seja conservado.</p>
<p>Além do mais, há removedores próprios para ceras, tintas, restos de cimento, esmaltes, etc. Nunca se deve aplicar o produto na extensão da superfície, sem antes fazer uma prova numa área reduzida; é assim que se confirma que a limpeza não é agressiva. Uma limpeza eficiente sempre vai demandar algumas ferramentas específicas, além dos itens básicos para qualquer higienização:</p>
<ul>
<li>espátulas</li>
<li>estiletes</li>
<li>vassouras</li>
<li>rodos com esponja</li>
<li>luvas</li>
<li>baldes e panos</li>
<li>desinfetante</li>
<li>sabão neutro</li>
<li>álcool</li>
<li>detergente</li>
</ul>
<p>Uma das aquisições mais eficientes na hora de limpar pisos resistentes e com sujeira difícil de retirar é justamente uma <strong>lavadora de alta pressão</strong>, com modelos compactos que podem variar de R$ 200 a R$ 800. A pressão do jato de água ajuda a eliminar resíduos sólidos com facilidade.</p>
<p>Os modelos profissionais, entretanto, podem ser encontrados no mercado com preços variando entre R$ 3.500 e R$ 5.000. Há modelos com dispensador de detergente integrado. Quem deseja realizar a limpeza pós-obra por conta própria e necessita da intervenção desse tipo de equipamento para conseguir um bom resultado, sempre pode optar pelo aluguel, já que <strong>há empresas que alugam lavadoras a pressão por horas ou diárias</strong>.</p>
<p>Vale lembrar que vários especialistas apontam a limpeza pós-obra como o momento ideal para a aplicação de protetores, seladores e antiderrapantes. Uma forma de oferecer um serviço diferenciado aos clientes é justamente ter à disposição mão de obra qualificada para atender esse tipo de demanda, contatando fabricantes para saber exatamente quais são os produtos mais adequados para os vários tipos de revestimento disponíveis.</p>
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		<title>A agenda positiva do setor imobiliário</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2015 12:48:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ims construtora]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O ano passado foi complicado para o mercado imobiliário e isso até era esperado pelos empreendedores. Carnaval em março, Copa do Mundo e eleições majoritárias deveriam repercutir na dinâmica dos negócios. Em comparação com 2013, o mercado de imóveis na cidade de São Paulo registrou queda de 7% nos lançamentos e de 35% na comercialização. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O ano passado foi complicado para o mercado imobiliário e isso até era esperado pelos empreendedores. Carnaval em março, Copa do Mundo e eleições majoritárias deveriam repercutir na dinâmica dos negócios.</p>
<p>Em comparação com 2013, o mercado de imóveis na cidade de São Paulo registrou queda de 7% nos lançamentos e de 35% na comercialização. O ano foi fechado com um estoque de 27 mil unidades na cidade contra uma média histórica de cerca de 17 mil imóveis.</p>
<p>O novo governo eleito toma posse e o cenário macroeconômico nada animador não permite previsões otimistas para 2015. Com isso a cautela, fruto das incertezas predominantes em 2014, parece se consolidar neste início de ano entre produtores e consumidores de bens imóveis. Instalou-se no País uma crise de confiança jamais vista num começo de governo cuja reversão dependerá dos ajustes na política econômica, ajustes esses somente possíveis com o adequado equacionamento político da situação em que nos encontramos.</p>
<p>Mas nem tudo é má notícia: existem hoje ótimas oportunidades no mercado imobiliário. Unidades remanescentes em edifícios já prontos podem vir a ser excelentes negócios. Para o incorporador pode ser mais vantagem dar um desconto no preço e vender imediatamente, do que aguardar um tempo maior para comercializar, tendo de arcar com despesas de conservação, IPTU e condomínio.</p>
<p>Deste modo e uma vez que existe oferta de financiamento, a hora de comprar é agora.</p>
<p>Segundo estimativas da Abecip, entidade que representa os agentes financeiros privados, as operações de crédito imobiliário devem crescer 5% em 2015. Em janeiro deste ano, o volume de empréstimos para aquisição e construção de imóveis somou R$ 9 bilhões. Foi o melhor mês de janeiro da série histórica do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo). E mais uma boa notícia: os lançamentos do mês de janeiro último cresceram 32% na comparação com igual período de 2014.</p>
<p>Outro ponto positivo e muito aguardado pelo setor é a terceira fase do Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), que prevê a contratação de mais três milhões de moradias e que, esperamos, contemplará aprimoramentos para atender as famílias que vivem nos grandes centros urbanos, onde os terrenos são mais raros e caros.</p>
<p>Aliás, com a mudança na direção da Caixa, que responde por 70% dos financiamentos concedidos no País, espera-se a adoção de novas medidas voltadas à classe média. A baixa renda é prioridade, mas o sistema deve estar equilibrado para todas as faixas de renda da população.</p>
<p>Está comprovado que financiar a classe média é forma eficaz de alimentar o próprio MCMV que, por sua vez, alimenta a economia ao criar demanda para fabricantes de materiais de construção, mão de obra etc. A atual presidente da instituição e ex-ministra do Planejamento, Miriam Belchior, sabe bem avaliar o poder da indústria imobiliária para enfrentar momentos de crise econômica. O próprio MCMV nasceu como medida anticíclica.</p>
<p>A economia brasileira ao longo das últimas décadas tem se desenvolvido de forma cíclica. E seguramente não será diferente dessa vez. Todavia, sem a solução dos impasses políticos criados pelo desgoverno de empresas públicas, marcadas indelevelmente por um processo de corrupção espúrio, a solução econômica poderá ser adiada de forma considerável.</p>
<p>Portanto, é momento de união daqueles que pensam no bem do Brasil, para juntos construirmos um país de que nossos filhos e netos possam se orgulhar.</p>
<p><em>* Claudio Bernardes é Presidente do Secovi-SP, o Sindicato da Habitação e reitor da Universidade Secovi.</em></p>
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